O Blog com as noticias da povoação de Negrelos, São Pedro do Sul. Negrelos já mexe...
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Morreu guitarrista Gary Moore
| Músico irlandês tinha 58 anos e faleceu em Espanha, onde estaria a passar férias. |
| O guitarrista Gary Moore morreu este domingo (6 de fevereiro) aos 58 anos. A notícia é avançada pela BBC, que cita o manager dos Thin Lizzy, grupo no qual Gary Moore militou. De acordo com o site do Irish Times, o artista foi encontrado no hotel de luxo onde estaria a passar férias, na cidade espanhola de Estepona, perto de Málaga. As causas da morte não são ainda conhecidas. Nascido na Irlanda do Norte em 1952, Gary Moore tocou durante dois períodos distintos com os Thin Lizzy de Phil Lynott, colaborou com lendas dos blues e do rock como B. B. King, George Harrison e Ozzy Osbourne e conduziu, a partir de 1973, uma carreira a solo bem sucedida. Referência da Noticia - "Blitz" |
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Ainda se lembram?

Mais uma lembrança de Negrelos.
Nesta altura (1991) ainda não tínhamos saneamento....ai é verdade ainda não temos!!!
(Foto da autoria do Sr. Vítor Manuel Gomes)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
AULAS DE GINÁSTICA NA ACRN
Estão a decorrer aulas de ginástica, todas as terças e quintas-feiras, na sede da Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN).
Além desta iniciativa, aquela Associação encontra-se empenhada na organização de mais um desfile carnavalesco.
Além desta iniciativa, aquela Associação encontra-se empenhada na organização de mais um desfile carnavalesco.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ponte de Negrelos em Novembro de 1970
Uma imagem que traz muitas saudades.
Eu ainda não era nascido, mas mesmo assim tenho pena pelo que aconteceu ao comboio que fazia parte da nossa vida.
Eu ainda não era nascido, mas mesmo assim tenho pena pelo que aconteceu ao comboio que fazia parte da nossa vida.
Reparem no Rio...Oh tempo volta para trás!Foto retirada do site: http://geoff-plumb.fotopic.net num excelente trabalho do Sr. Geoff Plumb
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
CORRECÇÃO
No passado domingo, foi dia 16 de Janeiro e não dia 17, como erradamente afirmámos no post anterior, relativo à actuação das "Lavradeiras de Negrelos" no canto das janeiras, no INATEL/Viseu.
A correcção aqui fica com o devido pedido de desculpas aos nossos leitores.
A correcção aqui fica com o devido pedido de desculpas aos nossos leitores.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
“LAVRADEIRAS” CANTAM JANEIRAS NO INATEL/VISEU
No passado domingo, dia 17 de Janeiro, participaram no canto das janeiras, na delegação de Viseu do INATEL, cerca de três dezenas de grupos de cantares, alguns dos quais da região de Lafões.
Entre aqueles grupos encontrava-se o Rancho Folclórico “As Lavradeiras de Negrelos”.
Entre aqueles grupos encontrava-se o Rancho Folclórico “As Lavradeiras de Negrelos”.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
LIMPEZA DAS VALETAS
Finalmente, a Câmara Municipal de S. Pedro do Sul mandou proceder à limpeza das valetas das estradas e caminhos desta localidade.
Aquela limpeza teve início em meados do mês corrente na Pedreira, tendo já atingido a rotunda de Nossa Senhora do Livramento.
Aquela limpeza teve início em meados do mês corrente na Pedreira, tendo já atingido a rotunda de Nossa Senhora do Livramento.
LIMPEZA DO BALDIO
A Junta de Freguesia de S. Pedro do Sul vai mandar proceder à limpeza e desrama do baldio de Negrelos, após ter visto aprovada uma candidatura apresentada nesse sentido ao Ministério da Agricultura.
O investimento em causa importa em 6 000 euros, comparticipados a 100% por fundos comunitários e verbas nacionais.
Serão efectuados, além da desrama, poda de formação e corte de matos.
O investimento em causa importa em 6 000 euros, comparticipados a 100% por fundos comunitários e verbas nacionais.
Serão efectuados, além da desrama, poda de formação e corte de matos.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
NATAL DOS SIMPLES
Passou o Natal. Para uns foi sóbrio e evocativo do Deus Menino, que nasceu pobre, numa manjedoura, demonstrando serem a pobreza e a riqueza questões morais e
éticas. Para alguns foi foi dia de "comer, beber e chorar por mais", até invocando o nome de Deus em vão...
Para muitos, crianças e adultos, lá fora, mas também cá dentro (em Portugal), o Natal foi simples ou nem souberam o que era Natal, passando fome e dormindo na rua. No nosso país, o próximo Natal, com o que aí vem, será muito pior para os pobres. Foi também para denunciar estas injustiças que Deus se fez Homem através de Jesus Cristo. Em solidariedade com os simples, Zeca Afonso fez o poema de uma canção que publicamos.
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
éticas. Para alguns foi foi dia de "comer, beber e chorar por mais", até invocando o nome de Deus em vão...
Para muitos, crianças e adultos, lá fora, mas também cá dentro (em Portugal), o Natal foi simples ou nem souberam o que era Natal, passando fome e dormindo na rua. No nosso país, o próximo Natal, com o que aí vem, será muito pior para os pobres. Foi também para denunciar estas injustiças que Deus se fez Homem através de Jesus Cristo. Em solidariedade com os simples, Zeca Afonso fez o poema de uma canção que publicamos.
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
CARTA ABERTA AO CIDADÃO
Exmo. Sr. Cidadão,
Nesta altura de crises (financeira, económica, social, e outras coisas que o valha) parece que é moda dizer mal de toda a gente que tem o dever, e até talvez o direito, de decidir. Aliás, isto não é só nos momentos ditos de crise. Principalmente nos últimos 35 anos, parece que ganhámos o direito de dizer mal de todos aqueles que decidem. Antes não se podia dizer mal. Presumo que não se esqueceram. Aliás, poder, podia, mas não era a mesma coisa. Era uma vida pintada a lápis azul em vez de cor-de-rosa "chique".
Agora é vê-los dizer: "Ai se eu tivesse no lugar daquele filho da ... (pi...pi...)! Garanto que faria isto, aquilo e mais aquilo. Este país, este concelho, esta freguesia é que era! Cambada de lad...(pi...pi...). Só querem é tacho! (Acham que é tacho? Tacho é muito pobre! Talvez outras coisas…).
Em termos económicos, desde a revolução industrial têm existido períodos de prosperidade, seguidos de recessões, e assim sucessivamente. Quer seja num contexto de ciclos longos (estes mais polémicos), quer seja num contexto de ciclos de média ou curta duração, estas flutuações são recorrentes. Os nossos antepassados foram capazes de sair das crises e voltar a entrar nelas passados uns anos . Ou seja, fazendo uma extrapolação, com mais ou menos sofrimento, com mais ou menos estado social, com mais um ou menos um telemóvel, iremos sair dela, mesmo que passados uns anos voltemos a cair. Se eles conseguiram, e não tinham os meios que nós temos agora, nós também o conseguiremos. Eu também acredito que sim, se bem que este estado recessivo mundial tenha características próprias, um pouco diferente da grande depressão do primeiro quarto do século passado. Mas, para isto, temos que agir!
Cada um de nós, como cidadão, tem 3 possibilidades: ser optimista, pessimista, ou realista. No primeiro caso, é deixar-se ser espectador de um filme que todos já sabem que vai acabar bem. Basta ter calma, pois a seguir à tempestade virá a bonança! O Pessimista, por sua vez, deixa de acreditar na independência soberana do estado português e pira-se para a China, um país que respeita imenso os direitos humanos, ganha-se 10 vezes mais que em Portugal e só se trabalha 8 horas por cada meio-dia de trabalho. Por último, o realista. Este terá que olhar para trás, não para ganhar motivação para ser optimista, mas para perceber os erros cometidos e não deixar que os outros façam o nosso trabalho por nós. Que trabalho? O dever de cidadania! Esta sim, está em crise linear, com uma correlação fortemente negativa com a variável tempo. A par dos direitos de cidadão, deve emergir o dever de cidadão, no qual todos nós devemos ser actores políticos, mesmo que apartidários. Uma democracia participativa só faz sentido se cada um de nós, com o seu contributo, for capaz de ajudar na definição de um rumo comum. Para quê democracia, se nós cidadãos não queremos decidir?
O realista jamais poderá desculpar-se com factores externos. No máximo, estes poderão ser cúmplices das nossas fraquezas. Uma pneumonia subsequente de um dia de chuva nunca é causada por esta, mas pela falta de um factor interno (guarda-chuva). Neste caso, o pessimista sabia que um dia morreria de pneumonia e guarda-chuva para quê? O optimista tinha a certeza que conseguia passar entre as gotas da chuva. O realista, como estava em pleno inverno, sabia que algum dia choveria e preparou-se.
Só mais uma coisa: o tal filho da... (pi...pi...), o lad...(pi...pi...) foi eleito. Não se autoproclamou!!!!. Por isso, o culpado da má ou boa decisão não é o decisor político, é o cidadão!
Nesta altura de crises (financeira, económica, social, e outras coisas que o valha) parece que é moda dizer mal de toda a gente que tem o dever, e até talvez o direito, de decidir. Aliás, isto não é só nos momentos ditos de crise. Principalmente nos últimos 35 anos, parece que ganhámos o direito de dizer mal de todos aqueles que decidem. Antes não se podia dizer mal. Presumo que não se esqueceram. Aliás, poder, podia, mas não era a mesma coisa. Era uma vida pintada a lápis azul em vez de cor-de-rosa "chique".
Agora é vê-los dizer: "Ai se eu tivesse no lugar daquele filho da ... (pi...pi...)! Garanto que faria isto, aquilo e mais aquilo. Este país, este concelho, esta freguesia é que era! Cambada de lad...(pi...pi...). Só querem é tacho! (Acham que é tacho? Tacho é muito pobre! Talvez outras coisas…).
Em termos económicos, desde a revolução industrial têm existido períodos de prosperidade, seguidos de recessões, e assim sucessivamente. Quer seja num contexto de ciclos longos (estes mais polémicos), quer seja num contexto de ciclos de média ou curta duração, estas flutuações são recorrentes. Os nossos antepassados foram capazes de sair das crises e voltar a entrar nelas passados uns anos . Ou seja, fazendo uma extrapolação, com mais ou menos sofrimento, com mais ou menos estado social, com mais um ou menos um telemóvel, iremos sair dela, mesmo que passados uns anos voltemos a cair. Se eles conseguiram, e não tinham os meios que nós temos agora, nós também o conseguiremos. Eu também acredito que sim, se bem que este estado recessivo mundial tenha características próprias, um pouco diferente da grande depressão do primeiro quarto do século passado. Mas, para isto, temos que agir!
Cada um de nós, como cidadão, tem 3 possibilidades: ser optimista, pessimista, ou realista. No primeiro caso, é deixar-se ser espectador de um filme que todos já sabem que vai acabar bem. Basta ter calma, pois a seguir à tempestade virá a bonança! O Pessimista, por sua vez, deixa de acreditar na independência soberana do estado português e pira-se para a China, um país que respeita imenso os direitos humanos, ganha-se 10 vezes mais que em Portugal e só se trabalha 8 horas por cada meio-dia de trabalho. Por último, o realista. Este terá que olhar para trás, não para ganhar motivação para ser optimista, mas para perceber os erros cometidos e não deixar que os outros façam o nosso trabalho por nós. Que trabalho? O dever de cidadania! Esta sim, está em crise linear, com uma correlação fortemente negativa com a variável tempo. A par dos direitos de cidadão, deve emergir o dever de cidadão, no qual todos nós devemos ser actores políticos, mesmo que apartidários. Uma democracia participativa só faz sentido se cada um de nós, com o seu contributo, for capaz de ajudar na definição de um rumo comum. Para quê democracia, se nós cidadãos não queremos decidir?
O realista jamais poderá desculpar-se com factores externos. No máximo, estes poderão ser cúmplices das nossas fraquezas. Uma pneumonia subsequente de um dia de chuva nunca é causada por esta, mas pela falta de um factor interno (guarda-chuva). Neste caso, o pessimista sabia que um dia morreria de pneumonia e guarda-chuva para quê? O optimista tinha a certeza que conseguia passar entre as gotas da chuva. O realista, como estava em pleno inverno, sabia que algum dia choveria e preparou-se.
Só mais uma coisa: o tal filho da... (pi...pi...), o lad...(pi...pi...) foi eleito. Não se autoproclamou!!!!. Por isso, o culpado da má ou boa decisão não é o decisor político, é o cidadão!
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Colocação de vedação na ponte
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
MAGUSTO NA ACRN
UMA JORNADA DE ALEGRE CONVÍVIO
No passado dia 14 de Novembro (domingo) decorreu na sede da Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN) um magusto organizado por aquela colectividade e o Rancho Folclórico “As Lavradeiras de Negrelos”.
Actuaram o rancho mencionado e o Grupo de Cantares de Sobral – Pinho, os quais foram muito aplaudidos pelas várias dezenas de pessoas presentes.
Findas as actuações, aquelas pessoas degustaram febras assadas na brasa, castanhas assadas, bolos e bons vinhos, brancos e tintos.
Como convidado esteve presente o Sr. José de Azevedo Lima, residente em Cotães – S. Pedro do Sul, primeiro ensaiador das “Lavradeiras”.
Já era noite há algum tempo quando terminou aquela jornada de alegre convívio.
No passado dia 14 de Novembro (domingo) decorreu na sede da Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN) um magusto organizado por aquela colectividade e o Rancho Folclórico “As Lavradeiras de Negrelos”.
Actuaram o rancho mencionado e o Grupo de Cantares de Sobral – Pinho, os quais foram muito aplaudidos pelas várias dezenas de pessoas presentes.
Findas as actuações, aquelas pessoas degustaram febras assadas na brasa, castanhas assadas, bolos e bons vinhos, brancos e tintos.
Como convidado esteve presente o Sr. José de Azevedo Lima, residente em Cotães – S. Pedro do Sul, primeiro ensaiador das “Lavradeiras”.
Já era noite há algum tempo quando terminou aquela jornada de alegre convívio.
domingo, 14 de novembro de 2010
ACTIVIDADES DA ACRN
AULAS DE GINÁSTICA
Brevemente, decorrerão na sede da Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN) aulas de ginástica, todas as segundas e quintas-feiras, à noite.
MAGUSTO
No magusto hoje organizado pela ACRN e pelo Rancho Folclórico "As Lavradeiras de Negrelos" na sede da primeira destas colectividades, actuarão o rancho organizador e o Grupo de Cantares do Sobral de Pinho.
Brevemente, decorrerão na sede da Associação Cultural e Recreativa de Negrelos (ACRN) aulas de ginástica, todas as segundas e quintas-feiras, à noite.
MAGUSTO
No magusto hoje organizado pela ACRN e pelo Rancho Folclórico "As Lavradeiras de Negrelos" na sede da primeira destas colectividades, actuarão o rancho organizador e o Grupo de Cantares do Sobral de Pinho.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
LIMPEZA DE JARDIM. PARA QUANDO A LIMPEZA DAS VALETAS?
Recentemente, funcionários da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul procederam à limpeza do jardim situado entre as duas partes da estrada que ligam as rotundas de Nossa Senhora do Livramento e das Alminhas, nesta localidade.
Naquele espaço foram ainda plantadas novas espécies de flores.
No entanto, as bermas de estradas e caminhos continuam, há largos meses, por limpar. Também as espinhosas existentes junto à Ponte do Comboio, do lado de Negrelos, ostentam grande porte, dificultando a circulação automóvel.
Apelamos à C.M. para a necessidade de corte das espinhosas e limpeza das bermas atrás mencionadas.
Naquele espaço foram ainda plantadas novas espécies de flores.
No entanto, as bermas de estradas e caminhos continuam, há largos meses, por limpar. Também as espinhosas existentes junto à Ponte do Comboio, do lado de Negrelos, ostentam grande porte, dificultando a circulação automóvel.
Apelamos à C.M. para a necessidade de corte das espinhosas e limpeza das bermas atrás mencionadas.
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